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Neste artigo vamos considerar alguns motivos para fazer uma introdução involuntária, mas antes, vamos entender mais um pouco sobre internação involuntária.
Índice
ToggleA internação involuntária ocorre quando a decisão de levar o dependente químico para uma clínica de reabilitação é realizada sem o seu consentimento, embora pareça uma decisão difícil, as vezes pode ser a única saída para a recuperação da pessoa envolvida em consumo excessivo de drogas.
Essa ação pode ser tomada quando os membros da família percebem que a pessoa dependente química perdeu a capacidade de discernir e vê sua própria autonomia prejudicada.
Ou seja, ele não é capaz de perceber a gravidade da situação em que se encontra e que isso pode representar um perigo para ele e para aqueles que o cercam.
O processo de solicitação precisam de uma serie de motivos para fazer uma internação involuntária, começa com o contato com o médico. Por meio de uma consulta, os familiares podem narrar o caso e relatar todos os detalhes envolvidos.
Caberá, então, ao profissional emitir laudo técnico que ateste a necessidade de adoção da medida.
A unidade de saúde, por sua vez, por meio de seu gestor técnico, notifica o Ministério Público Estadual ou a Defensoria Pública, no prazo de 72 horas, sobre a internação involuntária.
Ressalta-se que o pedido inicial pode ser feito por familiares ou pelo responsável legal.




Além disso, a Lei nº 13.840 / 19 também dispõe sobre a solicitação por servidor público, desde que proveniente das áreas de saúde, assistência social ou órgãos públicos integrantes do Sistema Nacional de Políticas Públicas de Drogas (Sisnad).

O primeiro sinal de que algo está muito errado é quando o drogado muda completamente sua rotina.
Sua alimentação, sono e horários de trabalho são afetados pelo uso de produtos químicos, ele não vai mais às reuniões familiares e torna-se impossível vê-lo.
Nesse momento, é possível que a família nem descobriu que o indivíduo está usando, mas esse é um sinal clássico de que já precisam de ajuda, fique atente a esse sinal.
O dependente químico encontra apoio em um membro da família para que possa usar a droga. Ciente da fragilidade da família, costuma aparecer apenas para comer ou pedir dinheiro.
Nessa fase, tanto o dependente quanto a família precisam de apoio para superar a doença.
Mentir é um dos sinais clássicos de dependência química, primeiro ele começa a mentir sobre onde estava ou com quem estava, depois passa a mentir para justificar suas faltas ao trabalho (escola) e a ausência de outros compromissos.
Finalmente, ele começa a mentir em busca de algum dinheiro. Mente não apenas para seus familiares, mas também para seus amigos e conhecidos.
Quando o viciado em drogas passa a não se cuidar, a não tomar banho, comer ou escovar os dentes, é sinal de que ele está no estágio mais profundo da dependência.
Nesse estágio, ele não se lembra de mais nada nem de ninguém, ele é capaz até mesmo de se abandonar para ir atrás de mais drogas. Quando chegar nesse estado, tome cuidado ao perguntar sobre seus cuidados e sua aparência, pois ele também pode se tornar agressivo.
Outro motivo de que o dependente químico precisa de internação é o fato de se tornar mais agressivo.
Devido ao uso de drogas, ele se irrita quando questionado. Ele também pode ficar irritado se alguém quiser dar conselhos.
O usuário tende a se tornar bastante agressivo quando por algum motivo não tem acesso à droga e passa então a entrar em estado de abstinência, as vezes até tendo surtos paranoicos. Naquele momento, ele é capaz de fazer qualquer coisa para alcançá-la.
Nessa fase da dependência química, é muito comum o dependente químico perder peso, uma vez que não leva uma vida saudável.
A internação involuntária de dependentes químicos é fortemente indicada nesses casos.
Infelizmente é onde eles correm o risco de contrair doenças devido à baixa resistência imunológica, que pode levar à morte.
É difícil para os dependentes químicos voltarem ao estado em que se encontravam, por isso optam por ficar nas ruas. Nesses poucos momentos de clareza, a vergonha e o arrependimento o impedem de pedir ajuda.
Além disso, estar na rua é mais fácil do que voltar para casa. Na rua é possível compartilhar o uso de drogas e seringas com outras pessoas.
Doenças como tuberculose e pneumonia são muito fáceis de adquirir por viciados em drogas nesta fase. A hepatite C e AIDS também podem ser contraídas devido à troca de materiais entre as pessoas para o uso da droga.
Também não é incomum que o indivíduo viva como um morador de rua, mendigando e dependendo da caridade alheia.
Ávidos para conseguir mais drogas e desesperados pela falta de dinheiro, o indivíduo pode cometer pequenos furtos e roubos para obter dinheiro.
Por causa disso, a internação involuntária de dependentes químicos nesses casos passa a ser a única alternativa para uma situação que atingiu seu nível mais extremo.

Este é um dos maiores motivos para fazer uma internação involuntária.
A internação involuntária geralmente ocorre em um momento de crise, quando o uso da substância psicoativa ocorre de forma intensa, com consequências importantes na rotina.
O primeiro benefício que traz, portanto, é a quebra do ciclo de consumo, o que não ocorreria naturalmente sem assistência terapêutica específica.
A partir daí, passando pelo período de desintoxicação, é muito mais fácil fazer o usuário perceber o quão prejudicial as drogas são para ele e seus entes queridos.
Outro ótimo motivo para fazer uma internação voluntaria é a restauração da saúde.
É comum o uso continuado e exagerado de drogas para gerar saciedade, que podem variar dependendo da substância.
Quando o consumo é interrompido, o tratamento com foco específico em outros problemas de saúde originados da dependência também é possível.
Ao mesmo tempo, a tendência é que os pacientes se preocupem mais com a própria saúde, o que pode ser um incentivo à prática de esportes e ao autocuidado.
A internação involuntária acontece justamente quando o dependente químico não tem mais capacidade de reconhecer que precisa do tratamento e suas limitações diante da doença.
Mas isso não significa que se trate de uma situação irreversível.
Ao contrário, todo o trabalho realizado se concentra, fase após fase, em mostrar ao paciente que ele pode ter uma vida melhor e com muito mais autocontrole longe das drogas. Pode ser um processo longo, mas também muito eficaz.
Na maioria das internações involuntárias, o dependente fica irado e, a princípio, indisponível para qualquer tipo de tratamento, porém, com o passar dos dias, isso tende a mudar devido ao processo de restabelecimento da sanidade e do pensamento.
E os dados indicam que as chances de recuperação são bastante altas.
Algo bastante interessante na internação involuntária é que a clínica de reabilitação atende o dependente químico 24 horas por dia, todos os dias da semana.
Com este serviço, o dependente químico entra em contato com o grupo multiprofissional, formado por terapeutas, psicólogos, entre outros profissionais especializados que são essenciais para o processo de recuperação.
Ao final do tratamento, mesmo que o paciente tenha entrado na clínica involuntariamente, ele terá recebido todo o suporte necessário para que possa retornar à sua rotina e recomeçar a vida.
A possibilidade de uma recaída pode sempre estar presente, mas o indivíduo terá percorrido um longo caminho, conseguindo definir prioridades e construir estratégias para escapar de situações que o colocam diante da possibilidade de consumo.
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